quarta-feira, 29 de julho de 2009

Xixi no banho - Video



a campanha continua galera continuem fazendo xixi na banho!!

Ativistas do Greenpeace


Dá até vontade de virar ativista, mas esse povo deve vive tudo roxo de apanha!
enquanto isso eu ajudo eles com a minha doaçãozinha todo mês

segue o link pra quem se interessar
http://www.greenpeace.org/brasil/

domingo, 26 de julho de 2009

Rir ou chorar



O governador de Rondônia, Ivo Cassol, quer transformar 50 mil hectares de floresta, que ficam numa área que será alagada devido às obras das usinas hidrelétricas do Rio Madeira, em carvão. A idéia é fazer com que essa iniciativa vire uma atividade econômica para empregar as pessoas que migraram para o estado como mão-de-obra obras das usinas. O governador ainda diz: “empresas siderúrgicas do Brasil poderão adquirir esse carvão, mas, volto à dizer, que o mais viável para o Estado é de que essas empresas se instalem aqui”.


Eita mundinho capitalista... Se a moda pega…




Nike: just did it!


Os consumidores e amantes da Nike podem voltar a usar os variados produtos da marca, sem ter receio se o couro vem de animais criados em áreas desmatadas da Amazônia ou não.A empresa a partir de agora pretende zerar sua participação no desmatamento exigindo que os seus fornecedores provem que o couro comercializado não vem da floresta. A decisão vale até que os fornecedores implementem um sistema de rastreabilidade do gado que irá permitir saber com exatidão a procedência dos animais. A Nike mostra para outras grandes empresas do setor como Adidas, Reebok e Timberland, a necessidade de mudar o modus operandi das empresas e de respeitar a exigência dos consumidores.O Brasil possui o maior rebanho comercial do mundo e é um dos maiores exportadores mundiais de couro. O couro usado pela Nike sai da Bertin, no Brasil, e passa por fornecedores chineses e vietnamitas até chegar às linhas de produção. As exportações de couro quadruplicaram entre 1980 e 2006; só em 2008, o setor movimentou US$ 1,9 bilhões.

Brasil (finalmente) prepara política para energia solar


A energia solar foi historicamente esquecida dentro dos programas oficiais de incentivo às energias renováveis. Agora, o governo sinaliza uma mudança. O Ministério de Minas e Energia promete publicar no próximo mês um relatório que estabelece a política de estímulo à energia fotovoltaica.
De olho no que acontece na Europa, onde o custo da geração solar baixa gradativamente e deve empatar com o custo da geração convencional (baseada em fontes não renováveis) nos próximos cinco anos, o Brasil finalmente começa a se mexer para viabilizar um programa para essa fonte.
Vale lembrar que a geração de eletricidade residencial - onde essa política tem imenso campo para crescer - pode ter um grande efeito na matriz elétrica do Brasil. Gerar energia em nossos próprios telhados reduz os impactos ambientais das grandes usinas e praticamente zera os custos e os impactos envolvidos na transmissão e na distribuição de energia.
O potencial de geração solar é ilimitado e o Brasil poderia gerar parte considerável de sua energia a partir dessa fonte. A Espanha, hoje o maior gerador de energia por painéis solares no mundo, atende a 1,5% de sua demanda de eletricidade com o Sol e pretende elevar a participação a 10% no futuro.
Vejamos o que Brasília vai entregar.
Matéria de: Ricardo Baitelo - Greenpeace Brasil

sábado, 25 de julho de 2009

Arte e ecologia - Poema


Respirar é essencial
Mas é muito pouco para o ser humano
Há que se perder o fôlego vez por outra
E perceber que
Não se deixa de ter amigos
Por medo da despedida
Não se deixa de apreciar o cheiro de terra molhada
Depois de uma chuva de verão
Por medo da seca
Não se deixa de vislumbrar uma linda rosa no jardim
Com o delicioso cheiro de grama cortada
Por medo dos espinhos
Não se deixa de tomar um saboroso chocolate quente
Numa noite de inverno
Por medo de engordar
Menos ainda
Se deixa de se aquecer junto a uma fogueira
Armada por crianças numa praça
Por medo do vento frio que sopra
Não se deixa de apreciar o que é
Simples
Humano e
Natural
Por medo da complexidade
Nem tampouco
Se deixa de conquistar as pessoas e cativar os animais
Por medo da responsabilidade
Não se deixa de amar
Por medo de se machucar
Bem como
Não se deixa de se aventurar no infinito mar da vida
Por medo das ondas altas da desilusão
Há que se ter em mente
Que o que mantém o homem vivo
Não é o sangue que circula em suas veias
Mas os sonhos que circulam em sua alma
Pois são os sonhos que mostram ao homem que
De forma alguma
Se deixa perder um só segundo na vida
Uma só paisagem na estrada
Um só olhar nos olhos de outro ser
Por medo de sentir
Sentir saudades
Dor
Seja lá o que for
Cabe a nós eternizarmos o que de bom ficou
Quem vive com medo
Já morreu
E não percebeu o que perdeu
Não queira muito da vida
Só o que ela tem de melhor!

Embrulhe antes de jogar fora



Atraídos pelo cheiro adocicado e pelo sabor de fruta,os passarinhos comem restos de chicletes deixados irresponsavelmente em qualquer lugar.Ao sentirem o chiclete grudando em seu biquinho, tentam desesperados, retirá-lo con os pés. Então acontece o pior, acabam sufocados.Embrulhe o chiclete em um pedaço de papel e jogue no lixo. É bom lembrar que tampinhas de refrigerantes e sacos plásticos vão parar no mar e afogam tartarugas e golfinhos que morrem sufocados.
Filtro de cigarro também mata filhotes de passarinhos que o utilizam para fazer ninho. A nicotina envenena os filhotes.São pequenas atitudes que fazem a diferença, para que todos se concientizem, principalmente as crianças.

ESTE BLOG ANDA MUITO SÉRIO!


sexta-feira, 24 de julho de 2009

Salvem tambem os feios!


Pensando nos seres vivos menos favorecidos pelo dom natural da beleza, o estudante americano de ecologia Nathan Yaussy, da Kent State University, em Ohio, criou o blog Endangered Ugly Things (coisas feias ameaçadas).

A ideia é simples: mostrar seres vivos que acabam ficando de fora de programas de proteção por não terem o apelo de um filhote de tigre ou urso polar. Entre todas as espécies apresentadas, que vão de mamíferos e anfíbios a fungos e plantas, está o Rhinoplax vigil, o pássaro da foto acima. Com seu bico curvo e visual exótico, ele é um prêmio para caçadores de Brunei, Indonésia, Malásia, Myanmar e Tailândia - mas você com certeza nunca o viu estampando um pôster de proteção à espécies ameaçadas.

“Normalmente essas campanhas preservacionistas escolhem um animal que tenha carisma e apelo popular, porque isso faz com que as pessoas se apeguem, gostem e logicamente acabem também fazendo parte do projeto”, diz o biólogo Luiz Duarte, doutor em ecologia pela UNICAMP. “No Brasil, o animal símbolo da preservação é o mico leão dourado; no mundo, é o urso panda”, completa.

Duarte explica que todos os seres vivos, os belos e os feios, possuem um papel no ambiente. Às vezes, um inseto que causa repulsa pode ser um importante polinizador de plantas utilizadas pelo próprio homem. “O problema é que ele pode ter um papel importantíssimo em termos ecológicos, mas, se for feio, não vai ser alvo de compaixão da opinião publica”, diz o biólogo.

No blog há centenas de exemplos de seres vivos que precisam da atenção pública para não se tornarem extintos. A causa é válida, afinal, não faz mal olhar um pouco além da aparência e ajudar quem, definitivamente, não é mais um rostinho bonito.

fonte: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/salvem-tambem-os-feios-da-extincao-24072009-24.shl

terça-feira, 21 de julho de 2009

O mundo está caminhando como um sonâmbulo em direção a desastres evitáveis



Não chega a surpreender a falta de avanços concretos na reunião do G-8 realizada no início do mês em Áquila, na Itália. Dada a repercussão que decisões sobre redução de emissões de gases terão nas economias dos países que as aceitarem – e na competitividade do comércio de cada nação -, é até previsível que os lances verdadeiros só serão dados no último momento, depois de pelo menos esboçada e conhecida a posição real de cada um. E isso só ocorrerá em Copenhague, em dezembro.
Chegou a parecer que haveria um avanço importante quando se anunciou que os 17 países que mais emitem concordavam em que, para a temperatura do planeta não ultrapassar 2 graus Celsius (já subiu 0,7 grau), até 2050 essas nações deveriam baixar suas emissões em 50% (sobre os níveis de 1990) – o que exigiria uma redução de 80% pelos países industrializados. Mas bastou que China, Índia, Rússia e Brasil não aceitassem compromissos formais de redução para que o comunicado final do encontro omitisse esses números e incluísse apenas a menção a um esforço para impedir o aumento da temperatura.
Na verdade, o próprio presidente Barack Obama, que parecia pôr seu país numa posição de vanguarda, adotou uma posição mais cautelosa, por temer que compromissos ambiciosos tenham impacto forte sobre a economia dos EUA, inclusive com a transferência de investimentos para nações que não se obriguem a reduzir emissões nem taxem empresas poluidoras. E nem chegou a discutir o assunto com o presidente Lula, que o evitou (Agência Estado, 10/7). O Brasil, segundo seus porta-vozes, quer “compromissos mais suaves para as economias emergentes, e sem metas quantitativas” (Estado, 10/7), por entender que “políticas públicas que ampliem a cidadania” podem significar aumento das emissões. De qualquer forma, o principal negociador brasileiro, o diplomata Luiz Alberto Figueiredo Machado, criticou o G-8 por não anunciar medidas mais fortes, apenas metas de longo prazo. A seu ver, só metas intermediárias muito claras dariam credibilidade à declaração final.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Sacolas plásticas mais um problema ambiental















Mesmo sabendo que estes indesejáveis sacos de supermercado, drogarias e praticamente todo o comécio varejista causam enorme impacto no meio ambiente, o brasileiro segue consumindo números inaceitáveis deste utensílio.
A mania vem crescendo desde que o inglês Alexander Parkes inventou o primeiro plástico em 1862. O fato é que o despejo indiscriminado de plásticos na natureza fez do consumidor um colaborador de uma terrível tragédia ambiental.A grande maioria das sacolas plásticas disponíveis em supermercados brasileiros são feitas de resina sintética originadas do petróleo, não são biodegradáveis e podem levar centenas de anos para se decompor. Nos mares, além de enfeiar a paisagem, podem matar animais como tartarugas, que são vítimas frequentes pois confundem o material com as medusas, sua presa natural.

Um material assim, tão difícil de eliminar, é problema certo para o meio ambiente, uma vez que os custos para se reciclar essas sacolas superam os custos da produção. Se queimados, liberam dioxina, um supertóxico que provoca câncer e outras enfermidades. Na Europa, de maneira geral, as pessoas tomam atitudes bem mais corretas. Na Itália, Alemanha, França e outros países, a plasticomania deu lugar à sacolamania. Quem não leva sua própria sacola para carregar as compras é obrigado a comprar na loja. O preço é salgado!!!

Bom galera o jeito é se concientizar e começar a andar com a sacola tipo aquela que a sua avó usava pra ir feira!!