sexta-feira, 11 de junho de 2010

Como separar seu lixo reciclavel

Ótimo Vídeo!!!
VAMOS - RECICLAR, REUTILIZAR e REDUZIR

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Cop15 - Apitaço no Ibira dia 29/08/09


No dia 29, faltavam exatamente 100 dias para a 15º Convenção do Clima, que vai acontecer de 7 a 18 de dezembro em Copenhagen (Dinamarca).
Representantes de 190países estarão lá. E lá eles irão decidir quais medidas serão adotadas por cada país para o combate nas mudanças do clima.
O papel do Brasil nessa negociação é fundamental, já que somos o quarto maior emissor de gases do efeito estufa, que causam o aquecimento global. Além disso, o país figura entre as dez maiores economias do mundo, possui recursos naturais como a floresta amazônica e um grande potencial de geração de energias renováveis.
O Greenpeace organizou um “apitaço” em oito capitais brasileiras para começar a contagem regressiva para a reunião de Copenhagen, para acordar os governantes para a urgência do tema.

Além de fazer barulho que foi pro apitaço assinou um manifesto, no qual há algumas medidas necessárias a serem tomadas.

Queremos que o Brasil assuma uma posição de liderança nas negociações internacionais e assuma os seguintes compromissos:


- Zerar o desmatamento da Amazônia até 2015 e apoiar a criação de fundo financeiro internacional para apoiar este objetivo (mecanismo Florestas pelo Clima);

- Garantir que pelo menos 25% da eletricidade seja gerada a partir de fontes renováveis de energia como vento, sol, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas até 2020 e apoiar a transferência de tecnologia entre os países;

- Transformar pelo menos 30% do território costeiro-marinho do Brasil em áreas protegidas até 2020.


SALVAR O PLANETA É AGORA OU AGORA!!!









quarta-feira, 29 de julho de 2009

Xixi no banho - Video



a campanha continua galera continuem fazendo xixi na banho!!

Ativistas do Greenpeace


Dá até vontade de virar ativista, mas esse povo deve vive tudo roxo de apanha!
enquanto isso eu ajudo eles com a minha doaçãozinha todo mês

segue o link pra quem se interessar
http://www.greenpeace.org/brasil/

domingo, 26 de julho de 2009

Rir ou chorar



O governador de Rondônia, Ivo Cassol, quer transformar 50 mil hectares de floresta, que ficam numa área que será alagada devido às obras das usinas hidrelétricas do Rio Madeira, em carvão. A idéia é fazer com que essa iniciativa vire uma atividade econômica para empregar as pessoas que migraram para o estado como mão-de-obra obras das usinas. O governador ainda diz: “empresas siderúrgicas do Brasil poderão adquirir esse carvão, mas, volto à dizer, que o mais viável para o Estado é de que essas empresas se instalem aqui”.


Eita mundinho capitalista... Se a moda pega…




Nike: just did it!


Os consumidores e amantes da Nike podem voltar a usar os variados produtos da marca, sem ter receio se o couro vem de animais criados em áreas desmatadas da Amazônia ou não.A empresa a partir de agora pretende zerar sua participação no desmatamento exigindo que os seus fornecedores provem que o couro comercializado não vem da floresta. A decisão vale até que os fornecedores implementem um sistema de rastreabilidade do gado que irá permitir saber com exatidão a procedência dos animais. A Nike mostra para outras grandes empresas do setor como Adidas, Reebok e Timberland, a necessidade de mudar o modus operandi das empresas e de respeitar a exigência dos consumidores.O Brasil possui o maior rebanho comercial do mundo e é um dos maiores exportadores mundiais de couro. O couro usado pela Nike sai da Bertin, no Brasil, e passa por fornecedores chineses e vietnamitas até chegar às linhas de produção. As exportações de couro quadruplicaram entre 1980 e 2006; só em 2008, o setor movimentou US$ 1,9 bilhões.

Brasil (finalmente) prepara política para energia solar


A energia solar foi historicamente esquecida dentro dos programas oficiais de incentivo às energias renováveis. Agora, o governo sinaliza uma mudança. O Ministério de Minas e Energia promete publicar no próximo mês um relatório que estabelece a política de estímulo à energia fotovoltaica.
De olho no que acontece na Europa, onde o custo da geração solar baixa gradativamente e deve empatar com o custo da geração convencional (baseada em fontes não renováveis) nos próximos cinco anos, o Brasil finalmente começa a se mexer para viabilizar um programa para essa fonte.
Vale lembrar que a geração de eletricidade residencial - onde essa política tem imenso campo para crescer - pode ter um grande efeito na matriz elétrica do Brasil. Gerar energia em nossos próprios telhados reduz os impactos ambientais das grandes usinas e praticamente zera os custos e os impactos envolvidos na transmissão e na distribuição de energia.
O potencial de geração solar é ilimitado e o Brasil poderia gerar parte considerável de sua energia a partir dessa fonte. A Espanha, hoje o maior gerador de energia por painéis solares no mundo, atende a 1,5% de sua demanda de eletricidade com o Sol e pretende elevar a participação a 10% no futuro.
Vejamos o que Brasília vai entregar.
Matéria de: Ricardo Baitelo - Greenpeace Brasil